Eu vejo pela vidraça as flores lá fora sob a chuva,
E num minuto tudo parece fazer todo sentido do mundo!
As coisas andam de pressa nos últimos dias,
E a vida toma uma projeção diferente dos meus planos!
Talvez seja hora de mudar de ares!
Talvez esteja em tempo de sair mundo a fora!
Talvez seja tempo de desbravar a vida!
Talvez esteja... Talvez seja...
Mais só talvez!
É tudo medo, tudo insegurança!
Como uma infinita corda bamba!
O tempo de agora em diante não corre: voa!
Se apressa em passar, depressa sem voltar!
E, meu Deus!?
Porque tanta pressão?!
Porque tanta agonia?!
E essa indecisão!?
De onde virão as respostas?!
Tenho muitas perguntas,
Pouco tempo
E muitas apostas...
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
domingo, 18 de outubro de 2009
Poema
Em horas de dificuldade,
Poemas nascem com mestria!
Em horas de solidão,
Poemas vêm claros como o dia!
E nessas horas,
Quando todos estão apressados,
Enquanto todos 'vivem',
Eu escrevo, absorto em pensamentos bons...
Escrevo o que me trava a garganta,
Aquilo que me ofusca a visão,
O que me deixa confuso,
Aquilo tudo que me preenche o peito!
O poema é a extensão da atitude,
É o sentimento que se apega a todos os homens,
É o momento de maior embriaguez!
É tudo aquilo que se sente, mais não se fala!
Poemas são versos, Versos soltos,
Que sem sentimento, Serão somente versos!
Poema é inspiração, Trazida por algo maior que nós!
Poema é a arma do poeta e a defesa dos que não tem voz!
Poemas nascem com mestria!
Em horas de solidão,
Poemas vêm claros como o dia!
E nessas horas,
Quando todos estão apressados,
Enquanto todos 'vivem',
Eu escrevo, absorto em pensamentos bons...
Escrevo o que me trava a garganta,
Aquilo que me ofusca a visão,
O que me deixa confuso,
Aquilo tudo que me preenche o peito!
O poema é a extensão da atitude,
É o sentimento que se apega a todos os homens,
É o momento de maior embriaguez!
É tudo aquilo que se sente, mais não se fala!
Poemas são versos, Versos soltos,
Que sem sentimento, Serão somente versos!
Poema é inspiração, Trazida por algo maior que nós!
Poema é a arma do poeta e a defesa dos que não tem voz!
sábado, 19 de setembro de 2009
Dia frio, Coração quente.
Cartas, cartões e fotos sobre a mesa...
A chuva na vidraça embaça a vida lá fora!
Aquele novo folk toca na velha vitrola,
E ela, só ela, voa no meu pensamento!
Vem com o vento, me arrebata, tira o discernimento,
Revira a cabeça, enrola a'lma, desarma tudo,
Me deixa mudo, nulo, fulo...
Menina, menina, moça, mulher...
Te quero num tempo, num tempo qualquer!
Vem colorir minha vida,
Vem contrastar com o mundo lá fora!
Vem, me leva, me puxa: namora...
Quero tudo, sem demora...
Eu e você: Vida a forra!
A vida é vaga, sem muito sentido, quando você esta longe!
Chega perto... Cola em mim!
Quero te sentir e pensar te ter pra sempre!
Nesse dia escuro, de mar ressacado e agitado,
Sem muitas palavras, sem velhos ditados:
É você, vida, quem eu quero do meu lado!
A chuva na vidraça embaça a vida lá fora!
Aquele novo folk toca na velha vitrola,
E ela, só ela, voa no meu pensamento!
Vem com o vento, me arrebata, tira o discernimento,
Revira a cabeça, enrola a'lma, desarma tudo,
Me deixa mudo, nulo, fulo...
Menina, menina, moça, mulher...
Te quero num tempo, num tempo qualquer!
Vem colorir minha vida,
Vem contrastar com o mundo lá fora!
Vem, me leva, me puxa: namora...
Quero tudo, sem demora...
Eu e você: Vida a forra!
A vida é vaga, sem muito sentido, quando você esta longe!
Chega perto... Cola em mim!
Quero te sentir e pensar te ter pra sempre!
Nesse dia escuro, de mar ressacado e agitado,
Sem muitas palavras, sem velhos ditados:
É você, vida, quem eu quero do meu lado!
segunda-feira, 7 de setembro de 2009
Discurso mudo ao mundo!
Qual seja a forma que olho,
Pessoas falam de si próprias.
Seja de qualquer jeito,
A qualquer hora:
Pessoas falam de si próprias.
Não por que seja importante,
Relevante ou algo assim...
Pessoas falam de si próprias,
Se exaltam e contam vantagem!
Ouço, calado, eu ouço...
Não há vantagens em falar as pedras!
Melhor consentir contrariado
A contrariar quem tem certeza do que fala!
Ignorantes e inférteis
Se tornaram por suas próprias mãos!
Todos falam, declamam e exclamam,
Mais são vazios, falam em vão!
Tudo se torna perdido no ar...
Daqueles que tudo pensam saber;
Dos que tudo pensam mandar;
Daqueles que com sua voz tentam entorpecer:
Tudo se torna perdido no ar!
Pessoas falam de si próprias.
Seja de qualquer jeito,
A qualquer hora:
Pessoas falam de si próprias.
Não por que seja importante,
Relevante ou algo assim...
Pessoas falam de si próprias,
Se exaltam e contam vantagem!
Ouço, calado, eu ouço...
Não há vantagens em falar as pedras!
Melhor consentir contrariado
A contrariar quem tem certeza do que fala!
Ignorantes e inférteis
Se tornaram por suas próprias mãos!
Todos falam, declamam e exclamam,
Mais são vazios, falam em vão!
Tudo se torna perdido no ar...
Daqueles que tudo pensam saber;
Dos que tudo pensam mandar;
Daqueles que com sua voz tentam entorpecer:
Tudo se torna perdido no ar!
quarta-feira, 19 de agosto de 2009
Minha terra
Escrevo de onde nunca devia ter saído,
Do lugar donde minha inspiração emana,
Escrevo donde mitos se formaram,
Do antro de conspiradores, pensadores...
Do lugar onde o céu cinza rege o humor
E o tempo imprime um ritmo impiedoso!
Escrevo de um tempo de inquietação,
De uma era de retaliações.
Escrevo de um longo período de dor,
De um lugar que um dia me fez feliz!
Escrevendo, saudosista, me despeço
Desta terra de feitiços e mistérios.
Despeço-me e d'ora avante vou à luta,
Luta minha em minha terra!
Do lugar donde minha inspiração emana,
Escrevo donde mitos se formaram,
Do antro de conspiradores, pensadores...
Do lugar onde o céu cinza rege o humor
E o tempo imprime um ritmo impiedoso!
Escrevo de um tempo de inquietação,
De uma era de retaliações.
Escrevo de um longo período de dor,
De um lugar que um dia me fez feliz!
Escrevendo, saudosista, me despeço
Desta terra de feitiços e mistérios.
Despeço-me e d'ora avante vou à luta,
Luta minha em minha terra!
segunda-feira, 6 de julho de 2009
À Natália
Tentei escrever este poema pra de presente eu te dar,
Mais esse sono miserável atrapalha o meu pensar!
Quero muito que você, seja lá onde estiver,
Seja feliz e ganhe tudo o que sonhar e o que quiser!
Tenha carros, tenha grana e também uns bons amigos,
Leve a vida a forra sempre, se puder, conta comigo!
Feliz aniversário moça linda.
Mais esse sono miserável atrapalha o meu pensar!
Quero muito que você, seja lá onde estiver,
Seja feliz e ganhe tudo o que sonhar e o que quiser!
Tenha carros, tenha grana e também uns bons amigos,
Leve a vida a forra sempre, se puder, conta comigo!
Feliz aniversário moça linda.
sábado, 4 de julho de 2009
Um dia cinzento
Indescritíveis formas, inacessíveis gestos...
Posturas rígidas, pensamentos frágeis...
Impulsos e vontades inimagináveis,
Posturas rígidas, pensamentos frágeis...
Impulsos e vontades inimagináveis,
Tentativa e erro em busca de fuga da realidade!
quarta-feira, 10 de junho de 2009
Final de tarde
Tive um pensamento feliz neste final de tarde,
O céu cinza e o orvalho me recriaram o passado.
Não sei se bom, ou se ruim, mas:
Fiquei feliz neste final de tarde.
E se tratando de felicidade, sinto não a ter aqui.
Os dias são mais rápidos e sem sentido,
E vejo tristeza no meu rosto que era alegre.
Mesmo assim: fiquei feliz neste final de tarde.
E um dia, daqui vários pôr do sol,
Tu retorna e a vida torne ter sentido.
Tu me abrace forte pra eu volte a ter certeza:
Estou feliz nesse final de tarde!
O céu cinza e o orvalho me recriaram o passado.
Não sei se bom, ou se ruim, mas:
Fiquei feliz neste final de tarde.
E se tratando de felicidade, sinto não a ter aqui.
Os dias são mais rápidos e sem sentido,
E vejo tristeza no meu rosto que era alegre.
Mesmo assim: fiquei feliz neste final de tarde.
E um dia, daqui vários pôr do sol,
Tu retorna e a vida torne ter sentido.
Tu me abrace forte pra eu volte a ter certeza:
Estou feliz nesse final de tarde!
quarta-feira, 20 de maio de 2009
De tudo um pouco
Chega ser pouco o que lhe escrevo agora!
Chega ser pouco, pois só expresso sentimento!
Quisera eu poder mostrar em simples versos,
Infindo amor aprisionado aqui no peito!
Chega ser pouco, pra não fugir deste contexto,
O que escrevo em desabafo com ternura!
Chega ser pouco se me olhar como instrumento!
Chega ser pouco se te ver como minha cura!
Termino então estes meus versos descasados,
Pois quero muito, muito mesmo só pensar:
Será que tu acorda um dia e vem correndo?
Ou vai esperar eu me cansar e te roubar?
Chega ser pouco, pois só expresso sentimento!
Quisera eu poder mostrar em simples versos,
Infindo amor aprisionado aqui no peito!
Chega ser pouco, pra não fugir deste contexto,
O que escrevo em desabafo com ternura!
Chega ser pouco se me olhar como instrumento!
Chega ser pouco se te ver como minha cura!
Termino então estes meus versos descasados,
Pois quero muito, muito mesmo só pensar:
Será que tu acorda um dia e vem correndo?
Ou vai esperar eu me cansar e te roubar?
domingo, 17 de maio de 2009
Saudade
A saudade então destrói meu peito,
São flashes de tudo aquilo que formamos um dia,
Tudo aquilo que representamos um pro outro,
Aquilo que eu tenho fé que um dia possamos ser.
A saudade então se faz presente,
Dias a fio a procurar teu olhar na multidão,
Horas em silencio a fixar teu olhar no retrato,
Minutos buscando na memória o doce dos teus toques.
A saudade então me faz companhia,
Vem do meu lado como melhor amiga,
Faz da sua ausência o meu pensamento,
Faz da sua distancia o meu maior desejo.
Desejo, sim,
Desejo de alma ter você aqui,
Colada em mim sem nunca mais partir.
São flashes de tudo aquilo que formamos um dia,
Tudo aquilo que representamos um pro outro,
Aquilo que eu tenho fé que um dia possamos ser.
A saudade então se faz presente,
Dias a fio a procurar teu olhar na multidão,
Horas em silencio a fixar teu olhar no retrato,
Minutos buscando na memória o doce dos teus toques.
A saudade então me faz companhia,
Vem do meu lado como melhor amiga,
Faz da sua ausência o meu pensamento,
Faz da sua distancia o meu maior desejo.
Desejo, sim,
Desejo de alma ter você aqui,
Colada em mim sem nunca mais partir.
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