Cartas, cartões e fotos sobre a mesa...
A chuva na vidraça embaça a vida lá fora!
Aquele novo folk toca na velha vitrola,
E ela, só ela, voa no meu pensamento!
Vem com o vento, me arrebata, tira o discernimento,
Revira a cabeça, enrola a'lma, desarma tudo,
Me deixa mudo, nulo, fulo...
Menina, menina, moça, mulher...
Te quero num tempo, num tempo qualquer!
Vem colorir minha vida,
Vem contrastar com o mundo lá fora!
Vem, me leva, me puxa: namora...
Quero tudo, sem demora...
Eu e você: Vida a forra!
A vida é vaga, sem muito sentido, quando você esta longe!
Chega perto... Cola em mim!
Quero te sentir e pensar te ter pra sempre!
Nesse dia escuro, de mar ressacado e agitado,
Sem muitas palavras, sem velhos ditados:
É você, vida, quem eu quero do meu lado!
sábado, 19 de setembro de 2009
segunda-feira, 7 de setembro de 2009
Discurso mudo ao mundo!
Qual seja a forma que olho,
Pessoas falam de si próprias.
Seja de qualquer jeito,
A qualquer hora:
Pessoas falam de si próprias.
Não por que seja importante,
Relevante ou algo assim...
Pessoas falam de si próprias,
Se exaltam e contam vantagem!
Ouço, calado, eu ouço...
Não há vantagens em falar as pedras!
Melhor consentir contrariado
A contrariar quem tem certeza do que fala!
Ignorantes e inférteis
Se tornaram por suas próprias mãos!
Todos falam, declamam e exclamam,
Mais são vazios, falam em vão!
Tudo se torna perdido no ar...
Daqueles que tudo pensam saber;
Dos que tudo pensam mandar;
Daqueles que com sua voz tentam entorpecer:
Tudo se torna perdido no ar!
Pessoas falam de si próprias.
Seja de qualquer jeito,
A qualquer hora:
Pessoas falam de si próprias.
Não por que seja importante,
Relevante ou algo assim...
Pessoas falam de si próprias,
Se exaltam e contam vantagem!
Ouço, calado, eu ouço...
Não há vantagens em falar as pedras!
Melhor consentir contrariado
A contrariar quem tem certeza do que fala!
Ignorantes e inférteis
Se tornaram por suas próprias mãos!
Todos falam, declamam e exclamam,
Mais são vazios, falam em vão!
Tudo se torna perdido no ar...
Daqueles que tudo pensam saber;
Dos que tudo pensam mandar;
Daqueles que com sua voz tentam entorpecer:
Tudo se torna perdido no ar!
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