quinta-feira, 20 de maio de 2010

O menino e o tempo

Não fugir quando dificultar,
Não fugir de nada...
Era o lema ontem;
Nada mais agora!

E o que o poeta dizia,
O que transcendia o real...
Passou ser ilusão;
Uma infinda perca de tempo!

Já não bastassem as dúvidas,
As mágoas e as irritações...
Não bastasse o medo e o frio,
Havia ainda a insensatez!

E aquele menino
Que ontem pulava e dançava,
Hoje é um homem
Cheio de problemas!

As badaladas do relógio
Soam agora como açoite!
E o homem agora deita e dorme,
Mas não sonha mais!

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